quarta-feira, 3 de setembro de 2014

FELIZ DIA DO BIÓLOGO!!!





 03 de setembro, dia do biólogo! <3 
"A vida é um processo cujas etapas ocorrem no espaço de tempo entre a concepção e a morte do organismo.
 O biólogo tem papel fundamental nas pesquisas, descobertas, avanços científicos, tecnológicos e na aplicação do conhecimento produzido, tanto em todo o processo como em cada etapa." 

(Fonte: http://blogs.unigranrio.br/novabiologia/feliz-dia-do-biologo)

segunda-feira, 1 de setembro de 2014

GAROUPA-DE-BOSSA


Nome: Garoupa-de-bossa
Nome Científico: Cromileptes altivelis (Valenciennes, 1828)
Família: Serranidae
Grupo: Peixes Ósseos
Classe: Peixes

Tamanho: 26-50 cm.

As grandes barbatanas peitorais da garoupa-de-bossa são o seu principal meio propulsor nas lagunas e recifes de coral onde vive! Curiosa também, é a sua postura, com a cabeça para baixo, enquanto deambula na coluna de água. Sabe-se que este peixe, apesar de ser muito comum, não aparece muito dada a sua natureza tímida e reservada

É uma espécie encontrada em lugares como: Filipinas, Austrália, Japão, Índia, Tailândia, Malásia, entre outros. 

(Fonte: https://www.facebook.com/Coralvivo/photos/pb.192082700822521.-2207520000.1409615416./812823515415100/?type=3&theater)
(Fonte: http://www.oceanario.pt/cms/415/)

REFLITA!



Que tal uma porção de plástico para o jantar?! 
Essa sugestão nada apetitosa tem sido oferecida como um "jantar às cegas" para os frutos do mar. 
Basta de plástico nos oceanos! Cada um precisa fazer a sua parte.


(Fonte: https://www.facebook.com/Coralvivo/photos/pb.192082700822521.-2207520000.1409615416./813287832035335/?type=3&theater)

Pelagia noctluca



Com a capacidade de brilhar até no escuro, a Pelagia noctiluca traz essa característica até no nome em latim.

Pelagia = do mar
Noct = noite
Luca = luz


A espécie ocorre em todos os oceanos, com variações de cor, e esta foi fotografada na Ilha de Elba, na Itália.

(Fonte: https://www.facebook.com/Coralvivo)

sábado, 30 de agosto de 2014

Lixo X Animais marinhos



Mais da metade do planeta Terra é ocupada por grandes oceanos e mares. São estimadas que em torno de 6.4 milhões de toneladas de lixo marinho são descartadas nos oceanos e mares a cada ano. Mais de 13.000 pedaços de lixo plástico estão, atualmente, flutuando em cada quilômetro quadrado de oceano. Muitos animais marinhos ingerem estes resíduos confundindo-os com alimentos.
O efeito mais dramático dessa ingestão acidental é muito difícil de ser observado. Aparelhos digestivos recheados de plásticos têm menor capacidade de assimilação de nutrientes oriundos de alimentos verdadeiros. Isso reduz a probabilidade de os animais sobreviverem e pode, em longo prazo, causar o colapso de determinadas populações. Tartarugas marinhas, focas, leões marinhos, golfinhos, peixes-boi, aves marinhas e peixes são algumas das inúmeras vítimas.
(Fonte: http://tamar.org.br/interna.php?cod=315)

terça-feira, 26 de agosto de 2014

Tubarão baleia



tubarão-baleia é a maior das espécies de tubarões  existentes no mundo e o maior peixe vivo conhecido. Pertencente a família Rhincodontidae, o tubarão-baleia possui cerca de 20 metros de comprimento e mais de 12.000 kg. São encontrados em oceanos quentes de clima tropical e se alimentam principalmente de plâncton, de onde sugam as suas presas antes de filtrá-las. Além de plâncton, o tubarão-baleia come regularmente cardumes de pequenos peixes e lulas.
Possuem como característica uma cabeça larga e achatada e a boca fica quase na ponta do focinho. Na parte interna da boca existe uma centena de fileiras de pequenos dentes em forma de gancho. Porém, com tantos dentes na boca, o tubarão-baleia geralmente não os utiliza para comer.
Ao contrário dos outros tubarões, que são predadores agressivos e violentos, os tubarões-baleia são dóceis criaturas. Locomovem-se com duas barbatanas dorsais e possuem uma cauda que tem a parte superior maior do que a inferior. A pele destes peixes pode ter até 10 cm de espessura e são encontradas várias manchas e listras de cor clara em seu dorso, que varia do azul-acinzentado ao marrom. Além destas, há milhares de pintas de cor creme espalhadas em seu corpo. O orifício respiratório destes animais, chamado de espiráculos, encontra-se justo atrás dos olhos. Quando nadam, atingem uma velocidade média de cerca de 5 quilômetros por hora, um resultado bem abaixo das outras espécies de tubarões.
Os tubarões-baleia são vivíparos, ou seja, são animais cujo embrião se desenvolve dentro do corpo da mãe, em uma placenta que lhe fornece nutrientes necessários para o seu desenvolvimento. Muitos especialistas acreditavam que o gigantesco peixe fosse ovíparo. Porém, ao capturarem uma fêmea enorme e detectarem que esta, estava grávida de 300 filhotes de tubarão, descobriu-se, então, que o tubarão-baleia é vivíparo.
Estes tubarões atraem constantemente a visita de mergulhadores, que podem perfeitamente nadar ao redor deste gigantesco peixe sem problema algum. São vistos com frequência na costa ocidental da Austrália, Tailândia, no Mar Vermelho, na Reserva Marinha de Gladden Spit, em Belize e nas Ilhas Galápagos. Também são encontrados nas Filipinas, na baía de La Paz, Seychelles, em Porto Rico e outros lugares. Acredita-se que os tubarões-baleia aparecem regularmente nos mesmos locais e determinadas épocas do ano, para aproveitarem o florescimento regular de plâncton e certos acontecimentos, como a desova dos corais.
Os tubarões-baleia estão protegidos por lei em alguns países, porém são caçados constantemente em outros, principalmente em Taiwan e Filipinas. A abundância de carne que este peixe oferece, e a popularidade da sopa de barbatana de tubarão contribuem para uma pesca excessiva deste peixe. Infelizmente, mais de 100 tubarões são mortos anualmente somente em Taiwan, o que levanta sérias preocupações quanto ao futuro desta espécie. Por ser um peixe que cresce lentamente e que demora cerca de 30 anos para atingir a maturidade, corre o risco de ser capturado antes mesmo de se reproduzir.

(Fonte: http://www.infoescola.com/peixes/tubarao-baleia/)

Sobre Bio Marinha

Biologia Marinha

Ao longo do curso,  o  estudante  desenvolve  práticas  no  mar,  atividades  em  campo  e  em  laboratórios específicos. A carreira é promissora, tendo em vista o potencial de desenvolvimento de atividades voltadas a questões ambientais, cultivo de organismos, conservação e gestão de ambientes costeiros e marinhos, pesquisa científica, consultorias e empreendedorismo.

Alguns conteúdos que você irá estudar:

Planctologia; Aquicultura; Dinâmica costeira e dos oceanos; Bentologia; Nectologia; Biologia pesqueira e tecnologia de pesca; Mergulho científico; Mudanças climáticas globais.

Você poderá atuar em:

Instituições de pesquisa e departamentos de meio ambiente e zoneamento costeiro; Unidades de conservação; Empresas de produção de aquicultura; Consultoria ambiental.